quinta-feira, 24 de março de 2011

Fazendo a sua parte



O uso de água da chuva para rega de jardins e outros fins é uma iniciativa moderna e que valoriza o condomínio.

Os Inimigos do Condomínio: Desrespeito, Desinteresse, Descontrolo Emocional

Por lojadocondominio - Portugal

Imagine que após um longo dia de trabalho chega finalmente a hora de ir dormir. Deita-se confortavelmente na cama… e não consegue dormir com o barulho da máquina de lavar roupa, televisão, música e o arrastar de objectos que vem da casa do vizinho de cima.

Começa às voltas na cama, tapa a cabeça com a almofada, vê as horas a passar no relógio. Sente que já não consegue dominar os nervos, levanta-se, veste o roupão e vai bater à porta do vizinho. A vizinha irrita-se com o pedido de silêncio e maltrata-o verbalmente.
O condómino solicita ao administrador uma assembleia para tentar resolver esta questão, assim como o problema da infiltração na fachada do edifício que está a danificar não só partes comuns, mas também o tecto da sala da fracção do vizinho que mora ao seu lado. Já se marcaram várias assembleias mas nunca se pode aprovar um orçamento para a reparação porque não comparecem na assembleia condóminos suficientes para obter quórum.

Se o leitor mora no regime da propriedade horizontal pode, em qualquer momento, ser o condómino que não dorme, que é alvo de agressão verbal, ou que não vê as reparações necessárias feitas no edifício, ou pode, também, por vezes ser o condómino que incomoda com o barulho, responde mal ao vizinho, ou não participa nas assembleias.

Vença “os inimigos” da vida em condomínio e respeite os direitos de personalidade, nomeadamente o direito ao silêncio, e propriedade dos seus vizinhos. Participe positiva e assertivamente nas assembleias onde se podem deliberar regras que ajudem a manter a paz, boa utilização dos espaços e equipamentos comuns e o bom estado e valorização do património.

Não ser o causador nem a vítima de situações de conflitos no condomínio depende si.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Aumenta a procura por guaritas blindadas

Da redação do LicitaMais: A preocupação com a segurança aumenta a cada dia, pois são frequentes as notícias sobre assaltos e arrastões em condomínios – divulgadas tanto pelo boca a boca quanto pelos jornais. Novas tecnologias e produtos são necessários para conter os criminosos, que se atualizam constantemente para burlar a segurança de residenciais.

Uma das tendências deste mercado é a blindagem de guaritas nos condomínios. Trata-se de um revestimento protege de tiros quem estiver no interior do local. Desta forma, é o suficiente para um porteiro ou zelador chamar a polícia, ou segurança armada, quando percebe uma movimentação suspeita ou é ameaçado.

“A cada notícia de assalto, arrastão ou violência que sai na imprensa, aumentam os contatos procurando por orçamentos. Por exemplo, houve um boom de pedidos após o episódio dos ataques do PCC”, afirma Edson Carlos Moraes, diretor comercial da Seg Lock, empresa de São Paulo.

Moraes alerta que, além de blindada, a guarita deve estar bem posicionada e ser funcional. “Há casos em que orientamos os síndicos a mudarem o local da guarita, além de equipá-la com câmeras, botão de alarme, banheiro e janelas para visibilidade total do porteiro”.

Orçamento
Existem diversos modelos, tamanhos e níveis de proteção para guaritas. Os valores desembolsados podem variar de R$ 5 mil até R$ 60 mil. Porém, segundo Cristiano Vargas, diretor comercial da Vault Blindagem Arquitetônica, a média de custos tem ficado entre R$ 15 e R$ 25 mil.

Calculando-se que, normalmente, um condomínio possui mais de 50 unidades e somando com parcelamento oferecido pelas as empresas, o valor desembolsado fica acessível.

“Trata-se de um ramo que tem crescido muito. Aqui na empresa, o setor teve crescimento de 100%, desde 2006”, diz Vargas. “A principal demanda é de São Paulo, mas temos também trabalhado em Curitiba, Goiânia e Rio de Janeiro. Uma curiosidade: na cidade maravilhosa, a procura maior é por outra vertente – a blindagem de janelas de prédios, para proteção de balas perdidas”.

Condomínios novos
A maioria das adaptações tem sido feitas em condomínios com mais de cinco anos. Isso porque muitas construtoras já constroem guaritas blindadas junto com o condomínio. Além de oferecer segurança, usam como ferramenta de marketing para vender as unidades.

Ainda assim, somente a instalação da blindagem não é garantia de segurança. “A maioria dos assaltos e arrastões ocorrem por falhas humanas. Bandidos se passando por funcionários de empresas prestadoras de serviços ou até mesmo grávidas pedindo água podem render o porteiro. Por isso, é necessária a participação de todos, funcionários, administradores e moradores, para haver uma boa segurança”, diz Moraes.

Além disso, oferecer todas as condições para que os vigilantes desempenhem o trabalho da melhor maneira possível é essencial. “Os condomínios devem tratar a segurança como um todo. Boa escolha dos profissionais, proteção, equipamentos e conduta preventiva”, completa Vargas.

Para os moradores que procuram uma segurança mais completa, ambas as fontes afirmaram que a procura pela blindagem de portas de entrada dos apartamentos ou casas em condomínios tem aumentado. O custo unitário varia de R$ 13 a R$ 15 mil.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Cobrança de condomínio antes da entrega das chaves é ilegal, alerta instituto de defesa do consumidor

Cobrança de condomínio antes da entrega das chaves é ilegal, alerta instituto de defesa do consumidor

O Globo

Em 2007, o comerciante José dos Santos comprou um imóvel na planta. O empreendimento deveria ter ficado pronto em outubro de 2009, mas a obra atrasou, ultrapassando até mesmo os seis meses permitidos por lei. Santos só conseguiu finalmente se mudar em agosto do ano passado. Na época, ele já estava pagando o condomínio há três meses, mesmo sem nunca ter pisado no apartamento. Assim como o comerciante, muitos outros compradores de imóveis novos passam por situações semelhantes. Mas, embora esteja se tornando cada vez mais comum, a cobrança da taxa de condomínio antes da entrega das chaves é ilegal.

O alerta é do Instituto Brasileiro de Estudos e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec) e leva em conta uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em 2009, o órgão determinou que "a efetiva posse do imóvel, com a entrega das chaves, define o momento a partir do qual surge para o condômino a obrigação de efeituar o pagamento das despesas condominiais".

- O consumidor tem duas opções. Ele pode recusar o pagamento e reclamar no Procon ou pagar a cobrança indevida e exigir na Justiça a devolução da quantia em dobro, com juros e correção monetária - afirma José Geraldo Tardin, presidente do Ibedec.

O que acontece, segundo Tardin, é que as construtoras transferem para o comprador do imóvel a taxa de condomínio já a partir da emissão do habite-se. O problema é que essa autorização municipal não é garantia de que o imóvel será entregue imediatamente. No caso dos prédios, por exemplo, a lei exige o desmembramento da matrícula do empreendimento para cada unidade, para assim lavrar a escritura e registrar o imóvel, o que leva, em média, dois meses. Isso sem contar a própria demora na entrega das chaves quando a negociação envolve financiamento bancário para quitar o saldo devedor com a construtora. Esse foi o caso do comerciante:

- O atraso da obra prejudicou todo o andamento do processo de financiamento do imóvel. E comecei a pagar a taxa de condomínio mesmo antes de ver o imóvel pronto. Na época, eu estava tão ansioso para resolver tudo logo que nem questionei a cobrança.

Como recorrer
Quem for cobrado pode inclusive recorrer aos Juizados Especiais contra o condomínio e contra a construtora. Para isso, é preciso ter provas da data de recebimento do imóvel e do pagamento das taxas de condomínio antes da entrega das chaves. A lei vale, inclusive, para as chamadas cobranças de "despesas pré-condominiais".

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Síndico

Síndico : palavra derivada do grego súndikos. Indivíduo eleito para zelar ou defender os interesses de uma associação ou de uma classe.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Combate a vazamentos no prédio precisa esperar o fim das chuvas

Impermeabilização deve ser feita na estação seca; barreira na garagem é medida emergencial

Gastos com ações de emergência devido aos estragos das chuvas não precisam ser aprovados pelos moradores

Mateus Bruxel/Folhapress


PATRÍCIA BASILIO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

As chuvas que castigam as cidades brasileiras provocam estragos nos condomínios, como infiltrações, acidentes com raios e até alagamentos nas garagens.
Dados levantados pelo IBI (Instituto Brasileiro de Impermeabilização) para a Folha mostram que o número de reclamações sobre vazamentos na cidade de São Paulo pode dobrar neste mês em relação a janeiro de 2010.
"Recebíamos, em média, 150 ligações em janeiro, mas neste ano atingimos esse número já na metade do mês", estima Wilson Neves, gestor-executivo do IBI.
Em relação a problemas de infiltração em lajes, jardineiras, paredes e áreas de circulação, não adianta reclamar agora. Em geral, eles só serão sanados definitivamente com uma nova impermeabilização do local -seu custo parte de R$ 150 o m2-, quando as águas derem trégua.
"A maioria das reformas não pode ser realizada enquanto está chovendo", afirma o engenheiro Lourenço Alberto Granato, da empresa especializada Casa Seca. "O ideal é contratar o serviço antes do fim do inverno."
Por hora, a saída é adotar medidas emergenciais, como usar uma lona na cobertura.

Medidas emergenciais não requerem aprovação de moradores. "Se forem gastos exorbitantes, convoca-se uma assembleia depois de iniciadas as obras", diz Hubert Gebara, vice-presidente do Secovi-SP (sindicato do setor).
Entre as ações estão "usar lona na cobertura, silicone para segurar a água temporariamente e chapas de metal na garagem para barrar a entrada da chuva", lista Wilson Neves, do IBI.
A chapa metálica no acesso à garagem foi adotada no Residencial Pompeia Nobre. Há nove anos, ele ficou alagado em até 1,2 m de altura durante as chuvas de verão.(PB)



Manutenção preventiva evita danos com a chuva

Impermeabilizações precisam ser refeitas, em média, a cada dez anos

Rachaduras na área da piscina e no playground do condomínio poderão resultar em vazamentos se não forem corrigidas

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Para o condomínio não ser surpreendido com goteiras, vazamentos, manchas de umidade e apagões no período de chuvas, o melhor é manter em dia a manutenção de equipamentos e as reformas de impermeabilização.
"O térreo e a cobertura são os andares mais afetados pela infiltração. O principal motivo é que a impermeabilização é realizada, muitas vezes, por profissionais sem preparo", avalia Hubert Gebara, vice-presidente do Secovi-SP (sindicato do setor). Em média, ela precisa ser refeita a cada dez anos.
Nas áreas comuns do prédio, a garagem é a mais prejudicada. "É preciso testar a bomba de drenagem, uma vez que a água não escoa sozinha ", frisa Gebara.
No playground, na piscina e no jardim, é necessário prestar atenção a rachaduras que possam virar focos de infiltração. "Até mesmo a raiz das plantas pode perfurar a manta de impermeabilização", afirma Eliene Ventura, coordenadora técnica da fabricante Vedacit.
No caso específico das fachadas, cada condômino precisa ficar atento à área próxima da sua janela e comunicar defeitos ao síndico.
"Fissuras na pintura e falhas no rejunte das pastilhas deixam a água passar", observa Ventura.
Com o excesso de descargas elétricas durante os temporais, os síndicos também devem se preocupar com a manutenção dos para-raios (anual) e das luzes de emergência das escadas.
Sônia Carvalho, 49, síndica de um condomínio no ABC (Grande São Paulo), conta que está sempre atenta ao funcionamento do para-raios e das luzes de emergência da escada. "Agora só falta colocar fitas antiderrapantes em cada degrau, para ninguém cair", comenta.

PISO PERMEÁVEL
Uma alternativa, ainda nova no mercado, para reduzir o risco de alagamento nas garagens residenciais é o pavimento permeável.
Nele, a água, absorvida por meio de uma superfície porosa ou fissurada, é armazenada em um tanque e liberada para o lençol freático.
"Toda obra deve reservar uma área para o escoamento de água, e o pavimento permeável também pode ser considerado nessa determinação", diz Mariana Marchioni, engenheira da ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland).

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

2011

Desejo a todos um Feliz 2011 !!!
Desejo a todos um Feliz 2011 !!!
Desejo a todos um Feliz 2011 !!!